em casa…

25 Jul
      Cá por casa mãe e filhos estão de férias. estamos em casa e com muitas saudades do mar…Não podemos ir à praia o que para todos parece muito injusto… sobretudo para os rapazes…
      Quanto à mãe foi-se abaixo. A semana passada comecei a ficar com fobias a não conseguir dormir e crises de panico e portanto estou a antidepressivo.
      è uma história que já dura à quase 11 meses, passou por fases muito complicadas e as que ai vêm não sabemos…
      Estou hoje a escrever isto para que quem esteja a passar pelo mesmo não se deixe afundar…há que ter noção que não somos super mulheres nem super mães…
      Não está em lado nenhum escrito que não nos podemos ir abaixo…Mas temos que ter consciencia que devemos pedir ajuda…Foi isso que fiz…
     A tomar medicação há já uma semana, sinto me e durmo  melhor… Mas continuo triste, sinto me sozinha e frustrada com a vida…
     è um absurdo por que devia dar glória a deus por cada dia que passo com a Maria e os meus filhos, mas neste momento é o que sinto…
     Dias melhores virão…
     Quanto à Maria continua bem disposta. vai à iscina cá de casa com os manos. damos passeios a pé e andam de bicicleta

11 Respostas to “em casa…”

  1. Alguém 25 de Julho de 2008 às 19:54 #

    ola paula ,hoje o apoio é para ti.
    tb ja tive uma depresao da qual nunca mais me curei,axo ke nunca ninguem se cura ,ha sempre um vai e vem e eu ke o diga .
    ha ke ter força a nossa princesa não pode axar ke a mae ja não tem forças para a ajudar,,,,força e pensamento positivo…ke tal a ajuda de um psicologo???a mim ajudoume….xau e beijinhos….

  2. rosa manuela 25 de Julho de 2008 às 20:40 #

    A vida tem quatro sentidos:
    Amar, sofrer, lutar e vencer
    Quem ama sofre, quem luta vence
    por isso ama muito, sofre pouco, luta bastante e vencerás sempre
    o dia de amanhã é sempre melhor que o de hoje
    beijos 

  3. albertina 25 de Julho de 2008 às 22:00 #

    Olá Paula
     
    Não! Não somos super-mulheres! A Paula tem que passar por altos e baixos e chorar e gritar a sua fúria com a mesma emoção com que aguenta, ri, festeja e celebra o amor que a rodeia. A nossa natureza humana é mesmo assim e não deve recriminar-se por isso! É uma mãe com quase 50 anos que lho diz… Para além da Teresinha (5 anos) tenho a Ana e a Mariana (26 e 21). Também já passei com elas por algumas situações de pedir ajuda médica (e outras). Se lhe apetecer conversar de forma mais privada, escreva-me. Ou se preferir encontre-me no MSN. Neste momento também não estou na melhor forma (o meu irmão mais novo tem um "bicho" no pâncreas) mas podemos ajudar-nos. Força, Mulher (não super). Beijinhos de luz à Princesinha.
    Albertina

  4. Paula 26 de Julho de 2008 às 10:03 #

    olá Paula
     
    vim só dar um bocadinho de apoio eu sei o que isso é o estar em baixo
    é dificil mas com ajuda de medicamentos e não se deixar isolar e se puder ajuda de um psicologo
    isso vai melhorara
    e tem três filhos lindos que precisam muito de si
    vá dando noticias assim que se sentir melhor
     
    muitos beijinhos para toda a familia e que DEUS vos acompanhem nesta grande batalha
    muitos beijinhos do tamanho do Mundo
     
    Paula Simões

  5. maria 26 de Julho de 2008 às 10:17 #

    Podia rebuscar uma seria de palavras bonitas para te animar, mas tenho uma forma de encarar a vida. É falar sobre o problema as vezes que forem precisas mesmo que isto implique aborrecer quem está próximo.
    Quanto mais falamos, mais vamos compreendendo e aliviando. Ultimamente é na escrita que tenho posto muito de mim para fora.
    Segui o teu problema Paula e sei perfeitamente porque estás assim, assim como todos os que visitam o teu espaço.
    Só te peço, fala, grita, esperneia, tudo o que achares por bem fazer, mas faz !
    Não digas estou, sinto-me, vá mais fundo e diz porque o estás. Fala da causa da razão, fala dos medos, fala do que te aflige o que te atormenta. Põe para fora tudo o que te prende. Solta-te.
    Sabes que podes contar comigo, tanto para te abraçar como para me zangar contigo.
    Sou tua amiga de alma e coração e os amigos existem, mesmo que virtuais, é para isso.
     
    Abraço grande
    Maria

  6. OdíLiA SpAcE 26 de Julho de 2008 às 22:42 #

      Paula
    hoje e para ti, este escrito!
    A Princesa, está a dormir…nem dá conta!
    Pois…quem te diz para seres a super mulher?!…Há lá mulher mais super do que tu? Mas quem diz que as super mulheres não tomam qualquer coisinha também quando faz falta!
    Olha, minha amiga! Trata-te, cuida-te! A Princesa precisa de ti!
    Beijinhos e força. No entanto, se precisares CHORA, GRITA, BARAFUSTA!!! Tudo o que tu disseres, estás no teu direito.
    Chorar lava a alma. Se calhar tu não choras e está a fazer-te falta…
    Boas férias para todos, bjinhos para todos.
     // mari

  7. maria 26 de Julho de 2008 às 23:36 #

    è esta a musica que prometi, não está bem gravada. é a musica que sempre que tocava lembrava-me da maria.
     
    bjs Maria e boa noite
     
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  8. Maria 27 de Julho de 2008 às 15:59 #

    Olá Paula.Como a compreendo! Cheguei a pensar que a Paula era a super mulher! E Claro que é mas com a semsibilidade e as fraquezas dos humanos. Força, muita força e procure ocupar o pensamento com as coisas boas que tem! Afaste as sombras negras e conte sempre com os amigos! Não reprima as lágrimas mas continue a sorrir! A Paula merece toda a felicidade do mundo! Se eu puder ajudar em alguma coisa conte comigo.Beijinhos de luzGraça

  9. branca 28 de Julho de 2008 às 0:50 #

    Paula,
    Tudo em que puder ajudar, disponha.
    tenho uma amiga psicóloga que uma vez me disse a propósito de eu achar que tinha sempre muita força:
     
    "Cuidado, não abuses das forças, porque ninguém é de ferro…", portanto chore e barafuste sempre que lhe apetecer, não exija de si ser sempre uma super-mulher ou mesmo uma mãe perfeita, só sê-lo já é um grande emprrendimento.
    Descanse o máximo que puder, dê alguns mimos a si própria, as crianças sempre conseguem forma de brincar e de passar as férias, embora não tenha percebido muito bem porque estão em casa. Por causa da sua depressão ou terá sido a impossibilidade de ir com eles para o mar que se transformou na gota de água que transbordou.
    No que puder ajudar diga. Escreva para o meu mail (brancapinto@gmail.com)
    Beijinho grande.
    Branca

  10. Carla 31 de Julho de 2008 às 18:55 #

    Paula,
    Desde que, por acaso, entrei no mundo da Maria percebi que ela tinha a seu lado uma LEOA – uma Mãe capaz de tudo pela sua cria, ao ponto de poder esquecer-se dela própria. E depois a Leoa, apesar de continuar a ter a força que caracteriza esse felino, por vezes sente que "já não aguenta mais"! Mas não, Paula. Aguenta. E aguenta ainda mais do que antes. Eu não sou psicóloga, mas sou Socióloga e por vezes as interacções que temos tanto nos põem para cima, como para baixo. E até há o stress social, que é aquele stress desencadeado por excesso de estimulação social. E pelo que posso ver, a Paula é uma mulher que está neste momento a viver um excesso de estimulação social – Família, a Maria em particular, os amigos e conhecidos que (solidariamente) estão sempre presentes, os técnicos de saúde que acompanham a Maria nesta maratona de 11 meses… E a Paula está ao centro. É o núcleo. E pode acontecer que esse essoberbamento social a sobrecarregue de tal forma, exija tanto de si, que a certa altura as forças fragilizam-se e Pumba, vai ao chão! Mas quando aqui estamos, há uma coisa positiva que devemos sempre pensar: Se bati no fundo, agora é outra vez para cima, pois já não posso ir mais baixo! Eu acho que toda a lufa-lufa à volta da mudança do tratamento da Maria, da preparação da festinha da Maria (algo, que sei que a Paula organizou com todo o primor, para que a sua filha pudesse ter a festa de aniversário da sua vida) e depois vem a ressaca de tudo isto! E as férias condicionadas pela conjuntura do tratamento recente da pequena Maria veio ainda acentuar a sua frustração.
    Ainda bem que procurou ajuda, quer desabafando, quer – a mais importante – de técnicos especializados. Eu só acho que na fase por que está a passar a ajuda psicológica não deve descartar também uma consulta psiquiátrica. Por vezes é urgente uma ajuda imediata, apoiada por medicamentos (há uns anti-depressivos activador) que eu precisei de tomar na altura que estava a iniciar o meu doutoramento que é óptimo para nos dar o arranque. Posso dar-lhe o contacto dessa Psiquiatra – Dra. Manuela Abreu (Tem consultório na Av. 5 de Outubro, n.º 15, 3º, telef. 21.7959990). A Psicologia é um óptimo coadjuvante, mas com o stress por que está a passar (o qual eu não posso imaginar) só conversas podem não ser suficientes.
    Desculpe estar a "meter-me onde não sou chamada", mas comovi-me com a história da Maria e com a da Família Padinha, sobretudo com a LEOA PAULA. E a Paula é de facto uma super-mulher, mas a componenete humana dessa Super é que por vezes se manifesta. E ainda bem, pois demonstra que a Paula é uma pessoa sensível, emotiva, que ama e, naturalmente, sofre. Tudo isto não lhe tira qualquer mérito. Olhe para a sua filha: sempre com um sorriso nos lábios e a esperança nos olhos. Onde acha que ela vai buscar a força para tal? É na Mãe e no resto da família. E isso é motivo de orgulho!
    Um grande beijinho de solidariedade.
    Carla Cruz (ccruz@iscsp.utl.pt)
     

  11. Alexandra 8 de Agosto de 2008 às 22:18 #

    Querida Paula,
     
    Sei que não ha muito que possa dizer…apenas digo tem tudo o direito de chorar de ir abaixo de tudo o que lhe apetecer…uma vez um médico disse-me que temos mesmo é que chorar, berrar e tudo o mais para depois as coisas melhorarem….e claro que continua a ser uma mãe coragem e uma super mulher….sabe qual é o meu lema, cada dia encontrar um motivo para sorrir por mais dificil que estejam as coisas e ao que vi e li (sim hoje li o seu blog do principio ao fim)…a Paula consegue sorrir…um grande e doce beijo

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